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Registo de autoridade
Pessoa coletiva

AMOA

  • AMOA
  • Pessoa coletiva
  • 1799-

Armazém

  • ARM
  • Pessoa coletiva

Associação Recreativa e Cultural de Azeméis. 1970-1984

  • ARCA
  • Pessoa coletiva
  • 1970-1984

A Associação Recreativa e Cultural de Azeméis era uma instituição de recreio, cultura e arte e tinha como objetivos fundamentais a promoção e divulgação de todos os movimentos recreativos, culturais e artísticos que contribuíssem para a dignificação e esclarecimento dos cidadãos.
A comissão organizadora iniciou a sua atividade no primeiro semestre de 1970 e era constituída pelos seguintes elementos: Alberto Barbosa, advogado; Álvaro L. Silva, empregado de comércio; Américo Barros, contabilista; António L. Amorim, estudante; António Cunha, empregado de escritório; António S. Almeida, empregado de comércio; Arcílio R. Costa, técnico; Augusto F. Figueiredo, empregado de bar; Augusto Nélson, empregado de escritório; Domingos Oliveira, empregado de escritório; Fernando Oliveira, estudante; Gaspar M. Domingues, arquiteto; João R. Ramalho, empregado bancário; José A. Roque, funcionário público; José M. Silva, estudante; José P. Amorim, estudante; Júlio Pinto, estudante; Júlio Ramiro, industrial; Licínio Correia, empregado de escritório; Luís Póvoas, desenhador; Manuel P. Bastos, sacerdote; Maria Filomena, estudante; Matos Barbosa, estudante; Miguel A. Barreiro, estudante; A. Oliveira Marques, comerciante; Serafim da Silva, industrial; e Sérgio Ferreira, estudante.

Cartonagem

  • CRT
  • Pessoa coletiva

Centro Vidreiro do Norte de Portugal.1926-2000

  • CV
  • Pessoa coletiva
  • 1926-2000

A história da produção vidreira em Oliveira de Azeméis remonta, pelo menos, ao século XVI, com a construção de um engenho de vidro na Quinta do Côvo, na atual freguesia de S. Roque.
Desde a sua origem, na Fábrica de Vidros do Covo, até à constituição do Centro Vidreiro do Norte de Portugal, no segundo quartel do séc. XX, a produção de vidro em Oliveira de Azeméis foi liderada por cerca de seis sociedades comerciais.
A fusão destas unidades fabris, após várias roturas financeiras e desavenças entre técnicos, operários e entidade patronal, gera então o aparecimento e a centralização de toda a produção vidreira no nosso concelho numa única fábrica de grande capacidade produtiva e administrativa, constituindo-se assim, em 1926, uma sociedade de grande êxito fundada por três sócios administradores: Augusto Guerra, Ramiro Gomes Mateiro e António Nunes, designada por Centro Vidreiro do Norte de Portugal.
Esta indústria oliveirense desenvolve uma série de inovadoras técnicas de produção, através do fabrico mecânico de frascaria para perfumes e embalagens farmacêuticas, apresentando em 1947 uma capacidade de produção suficiente para abastecer o mercado português e ainda para exportação de excedentes produzidos. Durante a década de 1950 e até aos anos 70, através de um planeamento estratégico da sua administração, construíram-se uma série de novos edifícios e adquiriram-se novas máquinas, incrementando assim a sua capacidade produtiva. Em termos de exemplo de sucesso, podemos referir que, nos seus tempos áureos, o Centro Vidreiro tinha uma capacidade produtiva média de cerca de 5 toneladas de vidro por 24 horas e empregava cerca de 800 funcionários.
A laboração do Centro Vidreiro estendeu-se até 2000, ano no qual a sociedade abriu falência e encerrou as suas instalações de produção de vidro. Durante a fase de maior expansão, foi responsável pela introdução de mecanismos inovadores na produção vidreira em Portugal.

Comissão de Melhoramentos de La Salette. 1931-2000

  • CMLS
  • Pessoa coletiva
  • 1931-2000

A Comissão de Melhoramentos de La Salette iniciou a sua atividade no dia 6 de março de 1931. Uma vez destituída a Comissão Patriótica Oliveirense, em 10 de fevereiro de 1931, cabe a esta comissão continuar a orientar e a zelar pelo Parque de La Salette.
As pessoas que ficaram à frente desta função como o Dr. Artur Correia Barbosa, o Comendador António Rodrigues de Oliveira e António Barbosa Tavares, continuaram com o seu esforço para que as obras fossem concluídas, principalmente a nova capela.
Assim se manteve este propósito ao longo das sucessivas Comissões de Melhoramentos de La Salette que, ao longo de 80 anos, executaram inúmeras obras e melhoramentos.
O Cruzeiro de Independência, iniciativa da Juventude Católica Feminina, teve o apoio da Comissão, que não só disponibilizou o local mais adequado como contribuiu para a sua realização (1940); o escadório do Parque de La Salette, com planta do Arqtº Ernesto Campos Martins (1946); o parque de campismo (1941); o parque infantil e biblioteca, um projeto do Arqtº Gaspar Domingues (1966), entre outras.
Com a comparticipação da câmara, junta de freguesia e serviços municipalizados, o parque foi equipado com candeeiros de coluna e distribuição de energia toda subterrânea, e o Miradouro António Tavares foi equipado com bancos. Nas colunas do gradeamento deste miradouro foram colocados 19 painéis em azulejo alusivos às 19 freguesias do concelho. Também foram colocados painéis de azulejo à volta do coreto com motivos do parque, e plantadas dezenas de árvores e arbustos para substituir as que iam morrendo. Manteve-se a organização das festas em honra de N.ª S.ª de La Salette, tendo vindo até Oliveira de Azeméis as melhores bandas regimentais do país.

Composição

  • CMP
  • Pessoa coletiva

Contabilidade

  • CTB
  • Pessoa coletiva
  • 1904-1993

Desenho

  • DSN
  • Pessoa coletiva

Direção

  • DIR
  • Pessoa coletiva

Escritório

  • ESC
  • Pessoa coletiva

Fabricação

  • FBR
  • Pessoa coletiva

Fornos

  • FRN
  • Pessoa coletiva

FOTO - PAÚL. [c.1920]-[c.2000]

  • FP
  • Pessoa coletiva
  • [c.1920]-[c.2000]

Fernando Elísio Alves Dias Paúl, nasceu em Oliveira de Azeméis a 10 de Fevereiro de 1922, no local onde sempre foi a FOTO-PAÚL.
Filho de Eduardo Alves Dias Paúl e de Maria do Carmo Pinto da Gama e Sousa, era o mais velho dos três filhos deste casal, cujo progenitor, o fotógrafo Mestre Eduardo Paúl, de renome já na cidade do Porto, de onde era natural, acabado de chegar a Oliveira de Azeméis, decidira fixar-se e fundar a FOTO-PAÚL.
Fernando Paúl fez a sua formação escolar primária na “Escola Primária Masculina” de Oliveira de Azeméis, tendo prosseguido os estudos secundários mais algum tempo na Escola de Artes e Ofícios de “O Comércio de Porto”, curso de Desenho, bem como na Casa Escola de Oliveira de Azeméis, primeira designação do Colégio de Oliveira de Azeméis.
Em simultâneo, e mostrando já grande amor pela profissão no seio da qual nascera, muito jovem e ao lado de seu pai, iniciou a atividade, aprendendo dele toda a sabedoria, desenvolvendo mais ainda a arte e o gosto pelo que foi a sua grande paixão em toda a sua vida.
Muito jovem também, tomou as rédeas da responsabilidade do estabelecimento e do negócio da Fotografia, dado seu pai ter sido muito cedo vítima de doença prolongada, que o afastou entretanto da atividade, tendo este entregue nas mãos de seu filho mais velho, Fernando Paúl, a orientação e responsabilidade da gestão da atividade profissional.
Durante toda a sua vida se dedicou de corpo e alma a esta sua atividade, exercendo-a com todo o desvelo e competência, ensinando e transmitindo os seus saberes a todos quantos manifestavam o gosto e a vontade de aprender e adquirir conhecimentos nesta área artística.
Amante inequívoco e incondicional da sua terra, não se poupava a esforços para ajudar e colaborar em todas as iniciativas que significassem o desenvolvimento e a dignificação da sua tão querida Oliveira de Azeméis, e ajudar todos quantos solicitassem a sua cooperação e auxílio. Dedicando toda a sua vida em prol de causas que considerava nobres e dignas, doou a sua vida à terra, à família e às pessoas que sempre a ele recorriam solicitando auxílio ou apoio.
Este apego à terra que o viu nascer transformou o seu trabalho documental num registo essencial para acompanhar as mudanças que o concelho sofreu ao longo do século XX e para preservar a memória do seu património cultural. O seu espólio é, deste modo, duplamente importante, não só pela sua qualidade técnica e artística, mas por ser uma fonte imprescindível e, quase única, no registo gráfico do património cultural oliveirense.
O seu mérito e importância foram reconhecidos em vida, através da realização de um conjunto de exposições em Oliveira de Azeméis e da atribuição, em Junho de 1994, de uma placa memorativa aquando da comemoração dos 24 anos da "Voz de Azeméis" e revista Portugal, no Salão Nobre da Cidade, estando presentes o Sr. Secretário de Estado da Comunicação Social, Dr. Amândio Oliveira e o Sr. Presidente da Câmara Municipal de Oliveira de Azeméis, Ângelo Azevedo. Já após o seu falecimento, foi a sua memória preservada na toponímia da cidade, com a atribuição do seu nome à rua onde funcionou o estúdio FOTO-PAÚL.
Em 1990, aos 68 anos, um “ataque cardíaco” com alguma gravidade, obrigou-o a um abrandamento do seu ritmo de trabalho e a um acompanhamento médico mais próximo. Mesmo depois de encerrar o estúdio manteve, em casa, alguma atividade, uma vez que não conseguia desligar-se da sua arte.
Viria a falecer, a 11 de Setembro de 2000, em Coimbra, no Serviço de Cardiologia da Universidade, sendo sepultado, por sua vontade no cemitério de Santiago de Riba-Ul onde repousa junto de sua esposa.

Foto Beleza

  • Pessoa coletiva

Garagem Justino.1919-2014

  • GJ
  • Pessoa coletiva
  • 1919-2014

1919- Justino Ferreira dos Santos, fundador da firma, pioneiro do ramo automóvel, começa a comercializar chassis de camiões, pneus Dunlop e Goodyear e gasolinas e óleos Shell.
1922 - Nas instalações da Casa Africana, na Rua Bento Carqueja, começa a comercializar a marca Chevrolet através da General Motors Peninsular, S.A. e em 1923 é instalada uma bomba de gasolina manual Carbox com um depósito de 200 litros na traseira.
1925 - A GM instala-se em Portugal.
1927 - Começa a comercializar as marcas Oakland, Pontiac e GMC e vende um dos primeiros camiões de passageiros, da marca GMC, à empresa de transportes Progresso.
1928 - Aparecem os primeiros Chevrolet com travões às quatro rodas. Para demonstrar a eficácia do carro, sobe e desce os 4 lanços de escada do parque de La Salette.
1929 - Abertura da primeira oficina.
1934 - Num cortejo de carnaval, constrói uma casa de madeira em cima de um chassis Chevrolet, em redor do qual se encontra escrita a «versalhada» que os passageiros carnavalescos entoam na música então em voga, «uma porta e uma janela».
1936 - Compra a António José Monteiro um antigo armazém de ferro, onde é construída a primeira garagem e montada uma bomba Shell.
1937 - A marca Opel passa a ser comercializada, os modelos Kadett e Olympia fazem furor. Justino da Silva Santos entra para a organização.
1939 - Fazem-se obras de ampliação no edifício da Rua António Alegria, incluindo a instalação de um depósito de 30.000 litros para combustível.
1946 - Aparecem as primeiras unidades do pós-guerra, Chevrolet, Vauxhall e Bedford.
1947 - A GM aproveita os 25 anos de comercialização e faz uma concentração durante uma semana com todos os clientes da área que tinham Chevrolet. São ampliadas as instalações com a construção de um edifício na Av. Dr. António José de Almeida no centro de Oliveira de Azeméis.
1949 - Inauguração das novas instalações na Av. Dr. António José de Almeida, com festejos que incluem zés pereiras, cabeçudos e gigantones.
1950 - Entrada de Maria Alice Mateiro Santos para a gerência, onde exerce funções na área administrativa/financeira. Neste período, início dos anos 50, começa a comercialização dos frigoríficos "Frigidaire".
1954 - Falecimento de Justino Ferreira dos Santos.
1956 – A Garagem Justino que representava a GM em todo o distrito de Aveiro, a partir desta data fica apenas com a área de Espinho até Águeda.
1958 - Início das obras da garagem de Viseu e abertura do stand na Rua Serpa Pinto. Nova ampliação nas instalações da Av. Dr. António José de Almeida em Oliveira de Azeméis
1960 - Inauguração das instalações de Viseu na Av. da Bélgica.
1968 - A Garagem Justino em Viseu transforma-se numa sociedade, e adota a designação de Auto Justino Santos, Lda. tendo como sócios Justino da Silva Santos, Justino Ramiro Mateiro dos Santos e Justino Mateiro dos Santos. (3.ª geração da família Justino).
1972 - A Garagem Justino comemora os seus 50 anos com uma homenagem, em Lisboa, da iniciativa da General Motors. Justino da Silva Santos recebe um valioso troféu, concebido especialmente para o evento, do escultor modernista Silva e Castro. Início da construção de novas oficinas na Giesteira.
1973 - Assume-se como sociedade por quotas e recebe a reunião magna da Associação de Concessionários da GM.
1975 - Entra Justino Mateiro dos Santos para a gerência.
1980 - Entra Luís Filipe Mateiro dos Santos para a gerência. São inauguradas as oficinas da Giesteira, com 4100 m2 de área coberta e 8000 m2 de parque.
1982 - Justino da Silva Santos cede a seus filhos a sua posição na Auto Justino Santos Lda. em Viseu. São integrados na sociedade Maria Teresa Mateiro dos Santos Narciso e Luís Filipe Mateiro Santos.
1986 - Informatização global da Garagem Justino.
1989 - Falecimento de Justino Ramiro Mateiro dos Santos. É inaugurado o novo stand de exposição no centro de Oliveira de Azeméis, com 500 m2.
1991 - Remodelação do departamento de vendas.
1994 - Falecimento de Maria Teresa Mateiro dos Santos Narciso.
1995 - Início das obras de remodelação da área de entrega de viaturas novas na Rua António Alegria.
1996 - Iniciam-se as comunicações via satélite para encomendas de viaturas, peças e processamento de garantias.
1997 - Comemoram-se os 75 anos de comercialização GM (Chevrolet/Opel). Acompanhando a evolução tecnológica, faz-se a divulgação do evento através da Internet. Início de obras de beneficiação nas oficinas da Giesteira para responder às exigências do mercado atual, criando uma área de receção direta, onde será prestado um atendimento personalizado e de qualidade aos clientes. Intensifica-se a atividade nas áreas de Recursos Humanos e Marketing com a entrada de Joana Maria P. Barbosa Mateiro Santos (4.ª geração da família Justino).

(Informações cedidas por Justino Mateiro dos Santos)

Orfeão

  • ORF
  • Pessoa coletiva

Passeios

  • PSS
  • Pessoa coletiva

Pessoal

  • PSL
  • Pessoa coletiva

Photo Amador

  • Pessoa coletiva

Presidente da Câmara

  • PC
  • Pessoa coletiva
  • 1800-

Antigos Presidentes

Antigo Regime:
Vitorino José de Oliveira Botelho do Amaral (1800 — 1803)
Isidoro António Amaral Semblano (1803 — 1806)
Francisco Serpa Saraiva Machado (1806 — 1811)
Bernardo Augusto Vieira de Serpa (1811 — 1816)
Manuel Álvares de Sousa (1816 — 1820)
Joaquim José Almeida Pereira (1820 — 1823)
Manuel Maria de Souto e Silva (1823 — 1826)
Jerónimo Osório Cabral (1826 — 1829)
Manuel Fortunato Rodrigues Branco (1829 — 1832)
Sebastião Botelho Machado Correia Queirós (1833)
José Maria de Sousa e Oliveira (1833 — 1834)
António Fernandes Álvares Fortuna (1834 — 1835)

Monarquia Constitucional:
Manuel José Correia Martins (1836) e (1842 a 1845)
José Soares de Pinho da Silva Gomes (1837) e (1839)
Manuel Joaquim da Silva (1845 — 1846)
António Rebelo Valente Alves da Silva (1846 — 1847) e (1862 - 1863)
José Carlos de Moura Peixoto (1847 — 1851)
António Correia de Bastos Pina (1852 — 1854) e (1854)
Bento José da Silva Guimarães (1854)
Luís Pinto Barreto Feio (1854 — 1859)
António Bernardo da Costa Pinto (1860 — 1861)
José António Gomes Leite Rebelo (1864 — 1868) e (1872 — 1873)
Gaspar Máximo Ferraz Bravo (1868 — 1871) e (1878 — 1879)
Abílio Augusto Correia Bandeira (1874 — 1877)
António Simões dos Reis (1880 — 1881)
Ernesto da Costa Sousa Pinto Basto (1882 — 1886)
Francisco Albano Amador Pinto Valente (1887 — 1889)
José Lopes Godinho de Figueiredo (1890 — 1895)
Daniel de Araújo Ribeiro (1896 — 1900)
António da Silva Carrelhas (1900)
Sebastião Fernandes de Almeida (1900 — 1901)
Artur da Costa Sousa Pinto Basto (1902 — 1903)
António José da Silva Guimarães (1904)
Alfredo Praça de Vasconcelos (1905 — 1907) e (1908)
António Tomás Ferreira Cardoso (1908)
Camilo Pacheco da Costa Ferreira (1908 — 1909)
Paulo José Ferreira de Almeida (1909 — 1910)

Primeira República:
António Tomás Ferreira Cardoso (1910 — 1911)
José Lopes de Oliveira (1911 — 1912)
Luís Soares Martins (1912)
Ernesto da Costa Sousa Pinto Basto (1914)
Aníbal Peixoto Beleza (1914 — 1918) e (1919 — 1923)
Albino Soares Pinto dos Reis Júnior (1919) e (1923 — 1926)
Ditadura Militar/Estado Novo
António Pedro de Carvalho (1926)
Eduardo Augusto da Fonseca (1926)
Alfredo Fernandes de Andrade (1926 — 1927) e (1928 — 1945)
Arnaldo Ferreira da Silva Guimarães (1927 — 1928)
António Eduardo da Silva Cravo (1946)
Ernesto Soares dos Reis (1946 — 1959)
Artur Correia Barbosa (1959 — 1971)
Leopoldo Soares dos Reis (1971 — 1974)

Estado Democrático:
Flávio Beleza Laranjeira (1974 — 1975)
Licínio Vieira Dias (1977 — 1979)
Bento Manuel Azevedo Teixeira Lopes (1980 — 1985)
Ramiro Ferreira Alegria (1986 — 1993)
Ângelo da Silva Azevedo (1993 — 2001)
Ápio Cláudio do Carmo Assunção (2002 — 2009)
Hermínio José Sobral de Loureiro Gonçalves (2009 — 2016)
António Isidro Marques Figueiredo (2016—2017)

Secretaria

  • SCT
  • Pessoa coletiva
  • 1835-2001

Social

  • SCL
  • Pessoa coletiva

Tesouraria

  • TSR
  • Pessoa coletiva
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